Monday, September 13, 2021

Contemplando el tiempo arriba de un bote

 La historia es imperfecta y se repite 

de una forma en que no se puede predecir;

y si el pasado es impredecible*, entonces, 

lo más difícil de predecir es el pasado que no ocurrió.


Tengo mala memoria, pero soy bueno para recordar,

de hecho es impresionante la cantidad de cosas 

que recuerdo que jamás ocurrieron...



CONTEMPLANDO EL TIEMPO ARRIBA DE UN BOTE


El futuro está detrás nuestro...


Respecto del pasado

aquel que continuamente contemplamos

y del cual nos vamos paulatinamente alejando,

sólo va quedando la estela que desaparecerá pronto...


Mientras tanto hay que seguir remando…


_____________________________________



*: «El pasado es impredecible…

así se decía en la Unión Soviética

porque el futuro ya estaba escrito

en los planes quinquenales

y era perfectamente predecible.


¡Quién se atrevería a dudar de eso!


Pero, en cambio, el pasado era impredecible

porque, por ejemplo, quienes aparecían

en la foto junto a Lenin o Stalin

podían desaparecer fácilmente.

Y no sólo de las fotografías...


[El Mercurio, Dr. Yes, Columna Día a Día, lunes 13 de septiembre de 2021]


El test de aquel cuyo nombre no quiero ni puedo acordarme...as times go by...bye bye


Rafael Rosende

Friday, July 02, 2021

Dissonância Cognitiva

 Faço neste podcast uma leitura (com poucos comentários) do livro de Charles Seife * sobre a descrição do episódio denominado dissonância cognitiva, que ocorre quando uma pessoa é confrontado com uma evidência clara contra uma de suas crenças arraigadas. Como aponta Seife, os três fatores epidemiológicos que determinam como uma doença se espalha - transmissibilidade, persistência e interconexão - também podem ser usados para explicar as maneiras como a desinformação se espalha online. A informação digital é altamente transmissível (fácil de replicar) e altamente persistente (fácil de armazenar e pesquisar) - e circula no ambiente de informação mais interconectado que o mundo já conheceu.

Como o professor de jornalismo da New York University Charles Seife aponta no capítulo de abertura de seu livro Virtual Unreality, os três fatores epidemiológicos que determinam como uma doença se espalha - transmissibilidade, persistência e interconexão - também podem ser usados ​​para explicar as maneiras como a desinformação se espalha online. A informação digital é altamente transmissível (fácil de replicar) e altamente persistente (fácil de armazenar e pesquisar) - e circula no ambiente de informação mais interconectado que o mundo já conheceu.
A SOLIDÃO DOS INTERLIGADOS
* Charles Seife. Virtual Unreality - The New Era of Digital Deception, Penguin Books (August 4, 2015)
Eu creio que é uma parte muito firme da natureza humana que se você se 
cercar de pessoas que pensam como você, você acabará pensando em versões 
mais radicais do que pensava antes.
—CASS SUNSTEIN
 
" Opiniões são  entidades persistentes e teimosas. Aqueles mais firmes podem resistir por anos a uma tempestade de fatos contrários, permanecendo quase imutáveis ​​em uma enxurrada de evidências contrárias. Só lentamente cedem, corroídos, pouco a pouco, com o tempo, tanto quanto pelas imposições da realidade externa.

A importância de um fato é medida não em termos absolutos, mas sim em relação às opiniões que ele contesta. Na disciplina chamada teoria da informação, os bits e bytes de uma mensagem recebida contêm informações apenas se o conteúdo for, até certo ponto, inesperado. Se você pode prever, com perfeita confiança, o que está dentro de um envelope sem precisar abri-lo, não há informação a ganhar abrindo o envelope. É a própria imprevisibilidade da mensagem - o fato de que o leitor não sabe exatamente o que a carta contém - que dá à mensagem qualquer valor informativo. A informação é aquilo que desafia as expectativas.

A informação não é a enxurrada de fatos que chegam de todas as direções. A informação consiste em fatos e mensagens que, de alguma forma, moldam nossas ideias. A informação é a força que causa a erosão de nossa paisagem mental, que mina e reconstrói nossas percepções do mundo. Qualquer coisa que não afete nossas opiniões não é informação; é ruído.
 
À medida que crescemos e aprendemos, as partes frágeis e sem suporte de nossa paisagem mental são lavadas, e ficamos com algumas opiniões que são tão firmes quanto a rocha - e muito difíceis de remover. E de vez em quando, há uma tempestade de fatos inescapáveis ​​e difíceis que desafia derrubar até mesmo alguma de nossas crenças fundamentais, e isso causa uma crise mental.
 
Na década de 1950, o psicólogo Leon Festinger buscou entender o que acontece no momento da crise - quando um objeto de uma crença fundamental entra em conflito com a força irresistível de um fato contrário inegável. E ele fez isso fazendo uma escolha inspirada sobre quem estudar: um culto apocalíptico.
 
Festinger decidiu que os sujeitos ideais para estudar seriam os membros de um pequeno grupo liderado por uma dona de casa em um subúrbio de Chicago. Esta mulher, Dorothy Martin, afirmava escrever cartas sob a direção de seres do planeta Clarion. Esses seres lhe disseram que na madrugada de 21 de dezembro de 1955 haveria um tremendo cataclisma: Chicago seria destruída e grande parte dos Estados Unidos submersa em uma grande enchente. Mas nem tudo estava perdido: Martin aprendeu com seu guia espiritual que enquanto o relógio bateria meia-noite nas últimas horas antes do desastre, um astronauta bateria na sua porta e a conduziria Martin e seus seguidores até um disco voador que os levaria para um lugar seguro.
 
Festinger sabia que, para os membros do culto, a crença neste desastre e na salvação era incrivelmente arraigada. Muitos dos membros do culto fizeram grandes sacrifícios pessoais por causa de sua fé na profecia da Sra. Martin; um deles, um médico respeitado, perdera o emprego - e se tornara motivo de chacota - quando expôs suas crenças aos jornais. Os membros do culto estavam tão seguros do dia do juízo final que se aproximava, que estavam dispostos a se isolar, doar seus bens materiais e até mesmo destruir suas roupas (para remover zípers de metal e fechos que poderiam feri-los a bordo do disco voador) com base em sua confiança nos escritos da Sra. Martin. Apenas uma crença profunda e firme poderia inspirar as pessoas a fazer tais sacrifícios. No entanto, quando o astronauta não bateu na porta, os membros do culto se depararam com o fato inevitável de que a profecia era falsa. Aqui estava um caso claro de crença inabalável versus fato irresistível - e isso aconteceria em um cronograma.
 
Para Festinger, esse foi um estudo de caso perfeito que o ajudaria a entender o que ele chamou de “dissonância cognitiva” - uma situação em que uma pessoa é forçada a acreditar em duas ideias mutuamente incompatíveis ao mesmo tempo. Em particular, permitiria que ele testasse uma hipótese um tanto contra-intuitiva:  quando o astronauta não aparecesse, a Sra. Martin e alguns de seus seguidores se tornariam ainda mais fervorosos em suas crenças. Em outras palavras, o fato inevitável de que a previsão falhou não iria apenas deixar de abalar alguns dos seguidores da Sra. Martin de sua fé, mas iria até mesmo fortalecer seu fervor.
 
A teoria de Festinger foi baseada na suposição de que a dissonância cognitiva é extremamente desconfortável para a maioria dos pessoas.  Quando confrontados com tanta dor, tentamos resolver a dissonância por meio de quaisquer mecanismos que tenhamos à mão. E quando o fato causador da dissonância é tão firme e inflexível quanto a existência continuada de Chicago, existem apenas duas abordagens básicas que podemos adotar. Primeiro, uma pessoa pode remodelar a crença para acomodar o fato, ou talvez até mesmo descartar totalmente a crença. No entanto, isso teria sido uma coisa muito dolorosa de se fazer neste caso, dada a profundidade da crença. A outra alternativa é tentar contrariar o peso do fato opressor, aumentando a convicção de alguém na crença. Já que isso não pode ser feito com fatos, é feito com pessoas. Especificamente, Festinger argumentou que, uma vez que a profecia da Sra. Martin falhou, alguns dos membros da seita tentariam resolver sua dissonância cognitiva fortalecendo os laços sociais dentro do grupo e tentando ganhar mais apoiadores. Como diz Festinger:
 
É improvável que um crente isolado possa resistir a esse  tipo de evidência contrária. Se, entretanto, o crente é membro de um grupo de pessoas convencidas que podem apoiar umas às outras, é esperado que a crença seja mantida e os crentes tentem fazer proselitismo ou persuadir outras pessoas de que a crença é correta.
 
Aconteceu mais ou menos como Festinger pensava que aconteceria. A Sra. Martin e muitos dos crentes obstinados não ficaram desanimados com a falta de confirmação. Em vez disso, ela suavizou o golpe, revelando novas mensagens alienígenas que ajudariam a explicar a não chegada do apocalipse. Ainda mais revelador, porém, o grupo de repente aumentou suas tentativas de fazer proselitismo - até o ponto de divulgar comunicados de imprensa. O grupo buscaria conforto tentando aumentar seu tamanho.
 
A arma mais potente para lutar contra fatos desagradáveis ​​são outras pessoas - uma rede de fiéis dispostos a acreditar com você. Nos braços de outros crentes verdadeiros, você pode encontrar consolo na realidade brutal da evidência contrária.
 
Isso é tão verdadeiro hoje quanto era na década de 1950. Buscamos abrigo contra as informações duras que destroem nossas crenças mais arraigadas, ao encontrar outras pessoas que compartilham nossas convicções. Os laços sociais reforçam nossa paisagem mental interna para que ela possa resistir melhor a uma explosão de fatos indesejáveis. Mas agora, com o advento da era digital, nossa interconexão aumentou quase sem limites. Somos capazes de nos comunicar com colegas em todo o mundo tão facilmente quanto – ou até mais facilmente - visitar nosso vizinho. Com essa tremenda interconexão, vem a capacidade, mais do que nunca, de construir muito mais laços sociais, de tecer uma teia mais ampla de laços pessoais.. Isso significa que a internet nos dá muito mais matéria-prima social do que nunca para nos ajudar a reforçar nossos preconceitos e crenças instáveis.
 
De uma forma muito real, a internet está nos ajudando a preservar nossa paisagem mental dos efeitos da intempérie. Estamos nos tornando cada vez mais resistentes aos efeitos de fatos desagradáveis ​​- e cada vez mais capazes de tratá-los como mero ruído." 



Diferencias e Similitudes

 En «Si la naturaleza es la respuesta,

¿cuál era la pregunta?», el físico catalán
Jorge Wagensberg comparte lo siguiente:

Buscar diferencias entrena la observación.
Buscar similitudes entrena el entendimiento.


Tal vez se podría complementar lo anterior
llevándolo al plano de las relaciones humanas:

Aceptar diferencias entrena la comprensión.

Buscar similitudes entrena el entendimiento.


Rafael Rosende

Friday, November 27, 2020

Diego

 No es Diego el que se va,

es el Siglo Veinte 

el que vino a despedirse.


Esteban Abarzúa


No me importa 

lo que Maradona hizo con su vida,

me importa lo que hizo con la mía.


Roberto Fontanarrosa


Era el que era.    (...)



Nadie jugó ni jugará a la pelota como él.

Verlo fue increíblemente hermoso.  Gracias Diego.


Juan Román Riquelme


Está en todas partes y es reflejo de nuestros tiempos.

La suya no fue la lisergia de los sesenta

sino la rebeldía que empujaba la caída de los muros.


Aldo Schiappacasse


Era maravillosamente imperfecto 

y peligrosamente humano, demasiado humano.


Antonio Martínez


Maradona, Maradona, gol!


recordado por Gonzalo Rojas


¡¡¡Genio, genio, genio!!!

Ta, ta, ta, ta, ta…

¡¡¡Goooooooool, goooooooool!!!

¡Dios santo, quiero llorar!

¡Golazo! ¡Diego! ¡Maradona!

En una corrida memorable,

en la jugada de todos los tiempos…

barrilete cósmico, ¿de qué planeta viniste?.

Argentina 2, Inglaterra 0”, eternizó

el relator uruguayo Hugo Morales

al describir el “Gol del Siglo”,

que coronó levantando la Copa del Mundo como capitán.


Cuatro años después, vio cómo el máximo trofeo

del fútbol se lo llevó en sus narices Alemania.


__________________


Frases de Maradona


Cuando dicen que soy Dios,

respondo que están equivocados;

soy un simple jugador de fútbol.

Dios es Dios y yo soy Diego.


Sólo les pido 

que me dejen vivir mi propia vida.

Yo nunca quise ser un ejemplo.


Me  equivoqué y pagué,

pero la pelota no se mancha.


Es muy rápido,

capaz de meterle

un supositorio

a una liebre.

[Con esa comparación se refirió al juez Hernán Bernasconi hace veinte años,

cuando investigaba la aparición de cocaína en un jarrón de Guillermo Cóppola

a la sazón manager del astro transandino.]


Se le escapó la tortuga.

[A propósito de la tortuga que perdió el hijo del exembajador de Estados Unidos

en Buenos Aires James Cheek, en el campo del amigo del ídolo de tres mil hectáreas.

La frase se repite para manifestar desaciertos ante situaciones que parecen fáciles.]


Crecí en un barrio privado de Buenos Aires.

Privado de luz, de agua y de teléfono.


Fui, soy y seré un drogadicto.


Me cortaron las piernas.

[A raíz del doping que arrojó cinco sustancias con efedrina

y sus sucedáneos, lo que lo marginó del Mundial del 94.

“Maradona jugó y venció, meó y perdió”, escribió

el escritor Eduardo Galeano.]


Tenía 24 años cuando consumí droga por primera vez.

Estaba en Barcelona y fue el error más grande de mi vida.


Boca, sos el beso de mi mamá.


 - R. Rosende

Friday, March 03, 2017

Something to say or/and something to sell

Hay una educación formativa
que ha sido reemplazada 
por una educación performativa:

Es cierto que no pocas veces 
en tiempos pasados, 
la primera ponía
mucho énfasis en memorizar
-reproducir lo aprendido-,
en cambio en la segunda 
el acento está 
en preparanos para producir, 
para ser más productivos.

Si la formación fue buena,
aprendimos a pensar por nosotros mismos
y, por lo tanto, con algo que decir;
la segunda nos preparó para tener algo que vender.

Pero como decía Suze Rotolo, la novia de Bob Dylan 
a comienzos de los años sesenta:

«We had something to say, not something to sell…»

En el caso de Dylan comenzó teniendo mucho qué decir
y, mucho antes del inesperado premio Nobel de Literatura, 
con no poco qué vender (discos, libros, 'the never ending tour…')


Todo maestro honesto sabe que,
de cierta manera es un aprendiz retardado:
aprende enseñando y termina, sin proponérselo,
siendo educado por sus propios alumnos,
los que le enseñan, sin querer, a volver a no saber.

Un regreso a la inocencia, no a la ignorancia...

El venerable maestro sabe por experiencia propia
que no es tan joven para saberlo todo
y el joven que creía tener 
(por las buenas o por las malas) todas las respuestas,
de pronto se da cuenta que las preguntas han cambiado...

La educación no es un estanque que hay que llenar, 
sino un fuego que hay encender: 
una sed insaciable por descubrir
y una capacidad inagotable para inventar, 
ejerciendo la creatividad para ponerla 
generosamente, por ser un don, al servicio de los demás…
de manera que no importe tanto 
aspirar a ser «el mejor del mundo»,
porque lo urgente y necesario 
es que cada cual pueda llegar a ser 
el mejor para el mundo, en el lugar que esté...

Y eso vale tanto para el niño que está por nacer, 
como para un anciano que se prepara para el bien morir...

                                                   - Rafael Rosende

Thursday, March 02, 2017

Zwei wirkliche Kerle

This talk, The History of General Relativity, by  Prof. Leo Corry, considers the interaction between Einstein and Hilbert, during the genesis of the Theory of General Relativity. As the presenter emphasizes, it is not the question of "who got first", like a race, but how the long and painful birth of GR took place.

https://youtu.be/vU_gOwnC27M

Saturday, July 11, 2015

La mejor forma de aprender es enseñando...

Docendo discimus — "the best way to learn is to teach"

I am a retarded learner (someone that learns in the process of teaching)  (John Archibald Wheeler )

Docendo discimus, (Latin "by teaching, we learn"). 
Seneca the Younger (c. 4 BC – 65 AD) 
says in his letters to Lucilius Junior 
that we are learning if we teach (epistulae morales I, 7, 8). 

R. Rosende

Saturday, December 20, 2014

With or Without You?

Sent by Rafael Rosende

Relativity Without Light
N. David Mermin
American Journal of Physics 52,119-124 (1984)

Relativity Without Spacetime
Romualdo Tabensky
Prepublicación -Años 80-
Departamento de Física
Facultad de Ciencias Físicas y Matemáticas
Universidad de Chile

Quantum Mechanics Without Spacetime

Quantum Theory Without Axioms
B. Mielnick
Quantum Gravity 2 - A Second Oxford Symposium
Edited by C.J. Isham
Clarendon Press (Oxford, 1981)

Quantum Mechanics Without Wavefunctions

Quantum Theory Without Logical Paradoxes?

Quantum Mechanics Without Measurements

Quantum Mechanics Without Amplitudes

Quantum Mechanics Without Nonocality

Nonlocality Without Nonlocality

Quantum Mechanics Without Quantum Logic

"No Information Without Disturbance": 
Quantum Limitations of Measurement

Relationship between Quantum Mechanics With and Without Monopoles

Can You Do Quantum Mechanics Without Einstein?

Bohr Model Without Quantum Jumps

Quantum Phase Transitions Without Thermodynamic Limits

Nonlocality Without Inequalities

Without the Born Rule

Classical Mechanics Without Determinism

Wave Mechanics Without Gauge Fixing

The Simplest of Bell's Theorem With or Without Locality
http://arxiv.org/pdf/quant-ph/0410015.pdf

Sunday, December 07, 2014

Information in books and sandwiches

"Sie nehmen mehr Information auf, wenn Sie Wurstsemmel essen, als wenn Sie ein Buch lesen. Sie werden’s nicht glauben, ist aber so. Weil der thermische Anteil an Information, den Sie da aufnehmen, im Sinne einer entropiegeringeren Nahrung wie zum Beispiel Wurst oder Butter, oder Käse, ist viel höher, als das, was da an Informationsmenge vom Buch auf Sie zukommt. Das ist fast nichts, das ist fast gar nichts."
- Harald Lesch

"You are taking in more information when eating a sandwich than when reading a book. You're not going to believe it, but it's like that. Because the thermic part of information that you're taking in there, in the sense of entropy-low food such as sausage, or butter, or cheese, is much higher than the amount of information you're expecting from the book. That's almost nothing, that's almost nothing at all."


From John Baez Azimuth Project blog
 

Wednesday, March 05, 2014

Mathematical Physics, Lectures by Carl Bender

Here is wonderful introduction to perturbation and asymptotic methods: The Lectures of the Mathematical Physics course at Perimeter Institute (Waterloo, ON) by Carl Bender. Here  (mw) are my ongoing notes in Maple worksheet format.

Sunday, May 20, 2012

The language of nature

Frank Wilczek, THE LIGHTNESS OF BEING
Mass, Ether, and the
Unification of Forces, Basic Books, 2008.


"In Galileo’s time, professors of philosophy and theology—the
subjects were inseparable—produced grand discourses on the
nature of reality, the structure of the universe, and the way the
world works, all based on sophisticated metaphysical arguments.
Meanwhile, Galileo measured how fast balls roll down inclined
planes. How mundane! But the learned discourses, while grand,
were vague. Galileo’s investigations were clear and precise. The
old metaphysics never progressed, while Galileo’s work bore
abundant, and at length spectacular, fruit. Galileo too cared about
the big questions, but he realized that getting genuine answers
requires patience and humility before the facts.
That lesson remains valid and relevant today. The best way to
address the big ultimate questions is likely to be through dialogue
with Nature. We must pose pointed sub-questions that give Nature
a chance to respond with meaningful answers, in particular with
answers that might surprise us.
This approach does not come naturally. In the life we evolved
for, important decisions had to be made quickly using the information
at hand. People had to spear their prey before they became
the prey. They could not pause to study the laws of motion, the
aerodynamics of spears, and how to compute a trajectory. And big
surprises were definitely not welcome. We evolved to be good at
learning and using rules of thumb, not at searching for ultimate
causes and making fine distinctions. Still less did we evolve to spin
out the long chains of calculation that connect fundamental laws
to observable consequences. Computers are much better at it!
To benefit fully from our dialogue with Nature, we must agree
to use Her language. The modes of thought that helped us to survive
and reproduce on the African savannah of 200 000 bce will
not suffice."

Tuesday, March 13, 2012

Books I recommend

Here, three very nice books I found recently:
  1. Steven H. Weintraub , Differential forms , A Complement to Vector Calculus, AP, 1997. This is a quite self-contained introductory  book to differential forms. No previous formal requisites are assumed and the necessary background from basic differential geometry is introduced. [Amazon link]
  2. Frank Wilczek, The Lightness of Being, Mass, Ether, and the Unification of Forces, Basic Books, 2008.  This is a bedtime book for physicists, written by on the most brilliant physicists of our time.  I quote: "Matter is not what it appears to be. Its most obvious property—variously called resistance to motion, inertia, or mass—can be understood more deeply in completely different terms.The mass of ordinary matter is the   embodied energy of more basic building blocks, themselves lacking mass. Nor is space what it appears to be. What appears to our eyes as empty space is revealed to our minds as a complex medium full of spontaneous activity." "The universe is not what it used to be, nor what it appears to be." [Official site].
  3. Guy MacLean Rogers, Alexander: The Ambiguity of Greatness, Random House Trade Paperbacks [Amazon link]. If you want a vivid and historically accurate description of Alexandre's conquest of Asia and Persia, this is a very good book. I was actually motivated by the similar course offered in edX.

Saturday, February 25, 2012

En el ocaso de un verano...


En una tarde de viernes
de fines del verano,
estoy sentado en el vértice de Isidora y El Bosque
contemplando las inmensas torres
que se levantan en torno a este lugar.

La actividad incesante de las grúas
anuncian que pronto desaparecerá del paisaje
el contorno de los cerros y los árboles
que pueblan el Parque Metropolitano
que se divisa como telón de fondo.

Pronto habrá, también, que levantar la vista 
hasta el cénit para poder contemplar el cielo.

Ante mi vista se despliega 
un trozo de una dinámica (¿y caótica?) metrópoli moderna,
similar a la que se podría encontrar en las grandes urbes
de cualquiera de los llamados países desarrollados.

Lo único que puedo reconocer como propio del país
es aquella noble Palma chilena (Jubaea chilensis),
la más austral del mundo en su género,
que se debe sentir un poco extraña y desarraigada
-solitaria en medio del tráfago urbano-
sin la pacífica compañía de sus grandiosas hermanas
que se yerguen en los majestuosos parajes de Ocoa o Cocalán.

Detrás del follaje de esta herbácea que parece árbol,
se asoma una bandera chilena que flamea tímidamente.

Un poco al oriente, por Isidora Goyenechea,
había una instalación artística con la siguiente leyenda:

La luz del presente es la ceniza del pasado.
Al contemplar el contraste entre estas torres recientes
y la longeva palma nativa se me ocurre que podría
dársele una vuelta de tuerca a la leyenda instalada:

La luz del pasado ilumina las sombras del presente.

Rafael Rosende

70 anos sem Stefan Zweig

Declaração

Stefan Zweig

Antes de deixar a vida, de livre vontade e juízo perfeito, uma última obrigação se me impõe: agradecer do mais íntimo a este maravilhoso país, o Brasil, que propiciou a mim e à minha obra tão boa e hospitaleira guarida. A cada dia fui aprendendo a amar mais e mais este país, e em nenhum outro lugar eu poderia ter reconstruído por completo a minha vida, justo quando o mundo de minha própria língua se acabou para mim e meu lar espiritual, a Europa, se auto-aniquila.

Mas depois dos sessenta anos precisa-se de forças descomunais para começar tudo de novo. E as minhas se exauriram nestes longos anos de errância sem pátria. Assim, achei melhor encerrar, no devido tempo e de cabeça erguida, uma vida que sempre teve no trabalho intelectual a mais pura alegria, e na liberdade pessoal, o bem mais precioso sobre a terra.

Saúdo a todos os meus amigos! Que ainda possam ver a aurora após a longa noite! Eu, demasiado impaciente, vou-me embora antes.

Stefan Zweig
Petrópolis, 22. II. 1942





 Declaracão
Ehe ich aus freiem Willen und mit klaren Sinnen aus dem Leben scheide, drängt es mich eine letzte Pflicht zu erfüllen: diesem wundervollen Lande Brasilien innig zu danken, das mir und meiner Arbeit so gute und gastliche Rast gegeben. Mit jedem Tage habe ich dies Land mehr lieben gelernt und nirgends hätte ich mir mein Leben lieber vom Grunde aus neu aufgebaut, nachdem die Welt meiner eigenen Sprache für mich untergegangen ist und [Streichung] meine geistige Heimat Europa sich selber vernichtet.
Aber nach dem sechzigsten Jahre bedürfte es besonderer Kräfte um noch einmal völlig neu zu beginnen. Und die meinen sind durch die [Streichung] langen Jahre heimatlosen Wanderns erschöpft. So halte ich es für besser, rechtzeitig und in aufrechter Haltung ein Leben abzuschliessen, dem geistige Arbeit immer die lauterste Freude und persönliche Freiheit das höchste Gut dieser Erde gewesen.
Ich grüsse alle meine Freunde! Mögen sie die Morgenröte noch sehen nach der langen Nacht! Ich, allzu Ungeduldiger, gehe ihnen voraus.
Stefan Zweig 
Petropolis 22. II 1942



La dramática carta de Gabriela Mistral que más abajo reproducimos -enviada a Eduardo Mallea, que dirigía el suplemento literario de La Nacion, y publicada el 3 de marzo de 1942- revela detalles particulares, conmovedores y profundos sobre la muerte de Stefan Zweig, cerca de quien la gran poetisa chilena estuvo con tan devota frecuencia durante los últimos meses en la villa brasileña de Petrópolis. La belleza de estas palabras desgarradas hace de ellas la mejor despedida que una de las poetas más cotizadas de América podía tributar a esta naturaleza caída.

Eduardo Mallea: van adjuntas unas letras de hace días, donde hallará usted un recado de nuestroStefan Zweig. Yo no podía mandárselas hoy, 24 de febrero, sin añadirles unas palabras sobre el horrible día 23. Salí hacia Petrópolis a las once y media; mi bus ha debido pasar por la casa de nuestro amigo a mediodía: a esa hora él y su mujer agonizaban, allí, solos, sin que nadie supiese esa agonía. La criada tenía costumbre de que sus patrones durmiesen hasta las 10; no le extrañó mucho, al acercarse a la puerta hacia las 12, oír "la respiración del señor Zweig". Pero la pobre mujer solamente a las cuatro se decidió a abrir la puerta. Avisó a la policía; andaba tan trastornada que al recibir a un arquitecto francés que venía de visita, le contestó: "Sí, allí están; pero están muertos". La policía llamó al presidente del PEN Club, Dr. [Cláudio] De Souza, a quien estaba dirigida la carta del maestro para sus amigos y que tal vez usted ya ha leído. El doctor fue a comunicar personalmente la tragedia al presidente -quien ordenó hacer las exequias por cuenta del Estado- y avisó a la prensa de Río. Nosotros supimos la desventura por un telefonazo de M. Dominique Braga, a las nueve de la noche. Yo estaba recogida y oía sin entender este diálogo: "No puedo oírle, señor Braga; hable usted más alto. El teléfono está mal. No le oigo todavía. No le puedo oír". Y después: "¡Qué cosa tan horrible!" y el llanto no dejaba hablar a Connie [Saleva, secretária de G.M.], lo mismo que a M. Braga. Creí que se tratase de un accidente de auto y busqué entre mis amigos de Petrópolis. A cualquiera hallaba menos a ellos. Porque hacían la vida más quieta del mundo, y la más dulce en la apariencia y la más linda de ver.
Tenía tanto miedo de saber, amigo mío, tanto temor, que no quería preguntar. Connie subió llorando como un niño. Aquí los tres teníamos, más que el cariño, la ternura de ese hombre llano como una criatura, tierno en la amistad como no sé decirlo, y realmente adorable. Usted sabe con cuánta frecuencia nos veíamos, ¡ay! Con menos de la necesaria para haber sabido el secreto de ellos y haberlos ayudado, si dable era ayudarles, ¡Dios mío!
Salimos hacia Petrópolis con una sensación de sonámbulos que hacen cosas absurdas: saberlos muertos no era posible para nosotros, y muertos por suicidio, menos. La pequeña casa de columnetas, a media colina, a cuya puerta nos esperaba siempre, subiendo lentamente las escaleras, estaba guardada por la policía. Arriba hallamos al doctor De Souza y a su buena mujer, al presidente de la Academia de Petrópolis, a un grupo de hebreos, al editor brasileño de Zweig y a los consabidos corresponsales de la prensa nacional y extranjera. Nosotros seguíamos hablando y oyéndolo todo como sonámbulos.
Al fin entré en el dormitorio y estuve allí no sé cuánto tiempo sin levantar la cabeza. Yo no podía o no quería ver. En dos pequeños lechos juntos estaba el maestro, con su hermosa cabeza solamente alterada por la palidez. La muerte violenta no le dejó violencia alguna. Dormía sin su eterna sonrisa, pero con una dulzura grande y una serenidad mayor todavía. Parece que él murió antes que ella. Su mujer, que habrá visto ese acabamiento, le retenía la cabeza con el brazo derecho, y toda su cara estaba echada sobre la suya. Al ser separada de su cuerpo, ella quedó con brazo y mano torcidos y rígidos, y habrá que desgobernar el pobrecito cuerpo al ponerla en el ataúd. El rostro de ella estaba muy parecido. No habrá nada que me disuelva esta visión.
Tenía él 61 años; ella, 33. El decía siempre: "En años, soy más que su padre". Ella supo irse con él, dejando atrás la vida entera. La miré mucho rato en el ademán y en el prodigioso enflaquecimiento del veneno o de la angustia de la última hora: la de verlo muerto a su lado. Mantengo todo mi concepto cristiano sobre el suicidio, amigo mío, pero creo que él no me prohíbe sentir este desgarramiento por el amor de esa mujer hacia un hombre viejo a quien quiso con pasión y amistad. Lo cuidaba con un celo tal que no estaba lejos de él diez minutos: del aire frío, del mucho escribir, del mucho andar -que era su vicio único-, del desaliento: de todo lo guardaba. En mi país yo hubiese rogado que los sepultasen juntos, como a los Berthelot. Zweig dormía sin sueños, aliviado para siempre del tiempo y el mundo vergonzosos que fueron la ración de su vejez.
Mi asombro y el de cuantos lo tratamos aquí es inmenso. Hoy sólo puedo contarle nuestro penúltimo encuentro. Nos invitó a almorzar, añadiendo a nosotros tres a Hortensia Río Branco, que estaba en casa. Lo encontré un poco desmejorado, pero en un ánimo más alegre que otras veces. Le di la noticia de la venida de Waldo Frank, anunciada en la carta suya, y le participé mi proposición de que el amigo viniese a casa, a Petrópolis, para escapar del calor. Entonces ambos me dijeron que compartiríamos a Frank, quien podía pasar días con ellos, días conmigo. Así lo convinimos.
Contó riendo que él había dispuesto un almuerzo austríaco, desde la sopa hasta el postre. Y él lo sirvió, con su linda manera, que nunca se sabía si era de uno muy viejo o muy niño. Habló un poco de Bélgica con doña Hortensia, residente de media vida en ese país.
Luego salimos hacia la terraza, donde a él le gustaba trabajar, pero me detuvo al pasar por su escritorio para leerme una preciosa carta de Martin du Gard, el novelista. Leía y repetía frases y frases, haciéndome sentir el perfecto, el hermoso estado de espíritu de esta otra alma en prueba. Salimos a la terraza hablando de las gentes que están viviendo su tragedia sin la pérdida de una pizca de decoro y de elegancia en la conducta. Entonces me dijo, mirándome de un modo particular y recalcándome las palabras: "Habría que decir lo peligroso que es en América comenzar una persecución de los alemanes; sé que hay algunos signos de eso, y me alarman mucho". Lo tranquilicé, asegurándole que no habrá inquisición, ni cosas parecidas a las débauches sangrientas de Europa, en nuestros pueblos. Y entramos en una larguísima conversación sobre el indio, el negro y las gentes cruzadas. Le oí una alabanza conmovida de los misioneros portugueses. Yo había procurado antes interesarlo en los misioneros del Continente como asunto para un libro suyo que podría ayudar mucho a nuestros indios. Celebró la bondad del negro, "que es una sola cosa -dijo- con su alegría". Añadió lindas observaciones del temperamento brasileño en la piedad y el equilibrio pasional. De la gente pasó a la tierra, y me pidió caminar con él por los alrededores de nuestra ciudad, lo cual le prometí. Él me creía entendida en plantas, sólo por haberme visto cultivar un pedazo de jardín de la casa? "Gabriela Mistral -me dijo-, yo tengo este deseo que me va a conceder. Conversaremos mejor de todo esto andando por la tierra rural."
Hace unos diez días de todo esto: trato de recordar con mucha precisión la parte referente a Frank y la última, porque son dos compromisos que él se hacía y que nadie le había solicitado. Estoy cierta de que no me engañaba -¡para qué!- y de que no pensaba matarse.
Poco después me habló por teléfono para preguntarme si yo iría a una recepción oficial de la Prefectura (o Gobernación) de Petrópolis, pues él tenía la invitación, pero no la compañía. Allá fuimos y estuvo a gusto, a pesar de lo poco que le agradaba la vida mundana.
No creo en las conjeturas que se hacen sobre la situación económica del maestro Zweig. Su editor las desmintió rotundamente anoche, a dos pasos del muerto. Las grandes ediciones suyas lanzadas por la mayor editorial yanqui, más algunos artículos pedidos de los Estados Unidos, podían asegurarle a lo menos unos años de un bienestar modesto, pero suficiente. Por otra parte, no puede ni imaginarse un momento de extravío o de locura: escritor más sensato, más dueño de su alma, menos delirante (a pesar de haber descripto como nadie el delirio), no puede tal vez encontrarse en nuestra generación. Pienso, sin pretensión de adivinar, que las últimas noticias de la guerra lo deprimieron horriblemente y en especial el comienzo de la guerra en el Caribe, el hundimiento de barcos sudamericanos. ¡Ay! ¡Había visto llegar así la guerra a tantas costas! Habrá que añadir su última información: la de los sucesos del Uruguay. También eso se parecía de un modo tremendo a lo visto en Europa, duela o no duela confesarlo. Estaba harto de horror, no podía ya más.
Amigo mío: ya sé que los fáciles dirán para condenar -y hasta algunos estoicos- que Zweig se debía a nosotros y que su escapada de la tragedia común es una gran flaqueza. Y mucho más se dirá. Hablarán de su falta de fe en lo sobrenatural y acaso de la famosa cobardía israelita.
Yo me quedo esperando su autobiografía, escrita aquí mismo, en nuestro Petrópolis, que él amaba tanto como yo. Porque no sabemos todo lo que este hombre padeció desde hace unos siete años, desde que el escritor alemán fiel a la libertad pasó a ser bestia de cacería. Su sensibilidad superaba a la mostrada en sus libros: era una sensibilidad femenina, en el mejor sentido del vocablo; habría que decir "inefable". Cuando hablábamos de la guerra, yo seguía en su cara, punto a punto, su corazón en carne viva e iba midiendo lo que yo podía decir, lo cual no me ha ocurrido con ningún hombre de letras. Y no era que perdiese en momento alguno su control riguroso; era que los hechos brutales, o simplemente penosos, no parecían ser oídos, sino tocados por él en el mismo instante en que los escuchaba y le caía al rostro una tristeza sin límites que lo envejecía de golpe. (Usted recuerda la juventud de su aspecto; toda ella desaparecía en cayendo la guerra en la conversación.) Su repugnancia de la violencia era no sólo veraz; era absoluta.
Le importaban todos los pueblos y se había apegado muchísimo a los nuestros. Estuvo a punto de irse a Chile, por una invitación de Agustín Edwards; se quedó en Brasil y lo sirvió con un libro ejemplar sobre territorio, historia y pueblo. Halló los Estados Unidos demasiado recios o duros, no sé. Prefería el sur porque, además, necesitaba de mucha dulzura de clima el hombre de sesenta años.
Su melancolía más visible era la pérdida de la lengua materna. En su primera visita a esta casa me dijo que nada del mundo podría consolarlo de no volver a oír en torno suyo el habla de su infancia. "Esto -dijo- es lo único irremediable." Él esperaba entonces con certidumbre cabal la caída del hitlerismo; pero ya había comprado una casa en Inglaterra y posiblemente, como muchos desterrados, pensaba que al regresar llevaría las heridas de un dictador, y además las de los seudo amigos que traicionan o que consienten. Su sobriedad para juzgar a su patria me pareció completa; jamás un denuesto, ni siquiera un vocablo castigador; su continencia verbal formaba parte de su hidalguía. (El tipo de nariz no era judío; mejor recordaba al español, inglés o francés).
No pudimos hacer nada por él, aparte de quererle en esta casa los tres, porque era lo más natural del mundo el tenerle no sólo admiración, sino una ternura conmovida.
¡Ay! Que no remuevan los creyentes estos huesos de doble fugitivo y renuncien al ejercicio fácil de dar una lección sobre un muerto que deja empobrecida a la humanidad, y en todo caso a los mejores. En él había miel de Isaías, también llama paulista, también ambrosía de Ruth.
Adiós. G. M.